Gerenciar conexões
Todo banco que você abre no Lily é uma conexão salva. O gerenciador de conexões mostra cada uma como um cartão, com o banco, o ambiente, uma cor e quando você abriu pela última vez. Digite em Encontrar uma conexão… para filtrar por nome, endereço ou banco.
As regras da casa
O último painel do formulário, As regras da casa, define o quanto o Lily toma cuidado com aquele banco.
Ambiente
Escolha entre Nenhum, Local, Testing, Development, Homologação ou Produção. O ambiente aparece como uma etiqueta no cartão e no espaço de trabalho.
Produção é o que muda o comportamento:
- toda escrita que você roda pelo editor de queries pede confirmação (veja Proteções);
- os dashboards não atualizam sozinhos quando você abre;
- o cartão ganha listras de alerta, e o formulário oferece Deixar só leitura.
Somente leitura
Somente leitura faz o Lily recusar UPDATE, DELETE, INSERT, DROP e outras escritas naquela conexão: no editor de queries, nas edições da grade, nas mudanças de schema, nos imports, no SQL gerado por IA e nas telas do Redis, MongoDB e DynamoDB. Um comando bloqueado falha com Conexão somente leitura — escritas estão bloqueadas.
É uma checagem que o Lily faz antes de cada comando, não uma sessão somente leitura no servidor. Para ter garantia de verdade, conecte também com um usuário que só tem permissão de leitura. Veja Proteções.
Cor
Automático (cor do ambiente) usa a cor do ambiente. Qualquer outra cor substitui a do cartão e da etiqueta da conexão.
Grupos
Novo Grupo cria uma pasta de conexões, com algumas sugestões (Trabalho, Clientes, Projetos pessoais, Produção, Homologação, Local). No menu … de um grupo você adiciona uma conexão, renomeia ou exclui. Excluir um grupo mantém as conexões; elas vão para Sem grupo.
O menu do cartão
O menu … de um cartão tem Editar, Duplicar, Exportar…, Mover para e Excluir.
- Duplicar copia a conexão, com as senhas, como
<nome> copy. - Excluir apaga a conexão na hora, junto com as senhas salvas, o cache do schema, os rascunhos, a análise da IA, as tabelas favoritas e os dados do Trace. Não tem como desfazer.
URLs de conexão
Colar URL de conexão no formulário lê a URL que está na área de transferência. O Lily entende estes esquemas:
| Esquema | Banco |
|---|---|
postgres://, postgresql:// | PostgreSQL |
mysql:// | MySQL e MariaDB |
sqlserver://, mssql:// | SQL Server |
mongodb://, mongodb+srv:// | MongoDB |
redis://, rediss:// | Redis |
trino:// | Trino |
clickhouse://, clickhouses:// | ClickHouse |
Da URL o Lily tira host, porta, usuário, senha, o banco (o catálogo no Trino) e o TLS:
sslmodeliga o TLS, a não ser que sejadisable;verify-caeverify-fulltambém ligam a verificação do certificado;ssl=true,tls=trueoussl=requireligam o TLS.
Os outros parâmetros são ignorados. SQLite e DynamoDB não têm URL, e connection strings JDBC ou no formato chave=valor também não são lidas.
Abrir links de outros apps
O Lily registra o esquema lily://. Um link assim abre uma conexão direto:
lily://connect?url=postgres%3A%2F%2Fapp%40db.internal%2Fshop&ssh=deploy@bastion.example.com&name=ShopSe o mesmo banco já está salvo com senha, o Lily conecta na hora; senão, abre o formulário preenchido. Senhas dentro do link são ignoradas, e o túnel SSH usa o seu agente SSH. O Abrir no Lily DB do Orbit usa esse link.
Os segredos ficam no Keychain
Senhas de banco, chaves secretas do DynamoDB e senhas ou frases de chave SSH ficam no Keychain do macOS. O arquivo de conexões no disco nunca contém nenhuma delas.
Importar e exportar
Compartilhar no gerenciador de conexões tem Exportar todas as conexões… e Importar conexões…; uma conexão só é exportada pelo menu do cartão.
O export é um arquivo JSON com hosts, portas, usuários, nomes de banco, o ID da chave de acesso da AWS, host, usuário e caminho da chave SSH, ambiente, cor, somente leitura e os grupos usados. Nunca leva senhas, chaves secretas ou frases de chave, então quem importa coloca as próprias com Editar.
Importar sempre cria conexões novas, então importar o mesmo arquivo duas vezes gera duas cópias.
